Karol Conká pode perder até R$ 5 milhões com suas atitudes no BBB 21

De favorita ao prêmio de R$ 1,5 milhão do BBB 21 ( Big Brother Brasil ), a rapper Karol Conká acumula cancelamentos e pode ter prejuízo de até R$ 5 milhões, considerando perdas com publicidade no Instagram, shows e programas de TV. Os cálculos são da Brunch, agência especializada em influência digital. A agência levou em consideração três aspectos para chegar ao preço de uma publicidade nas redes sociais do criador: custos de produção, uso de imagem e distribuição. No caso da Karol, um post em foto no feed custa R$ 24 mil e ela faz em média dois por mês, o que totaliza R$ 48 mil. Cada show da artista sai por R$ 150 mil. Se ela fizer  quatro shows mensais são mais R$ 600 mil. Juntando redes sociais e shows, os ganhos dela chegam a R$ 648 mil por mês. A cantora tem ainda pelo menos um contrato publicitário de R$ 1 milhão. Além disso, entraria no ar o programa Prazer Feminino, na GNT, em que Karol apresentaria com a ex-BBB Marcela McGown. A Brunch considera que o programa lhe renderia alg

Reinaldo

Em nota conjunta Marconi Perillo e José Eliton reagem a declarações do atual governo sobre obras do Goiás Na Frente

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Por meio de nota, Marconi Perillo e José Eliton afirmam que "Não há que se falar em dívida do Estado com o Goiás Na Frente", e que o programa tinha como meta "volume global de R$ 6 bilhões em investimentos públicos do Estado em diversos projetos e obras" em diversas áreas. 









A nota diz ainda que "Não é correto falar-se em obras paralisadas, pois, as regras dos convênios previam expressamente uma sistemática de liberação de parcelas, que seguidas pelos municípios, não permitiriam a execução de parcelas de obras sem a correspondente aprovação das prestações de contas das parcelas imediatamente posteriores e a partir daí, e de acordo com a disponibilidade financeira do Tesouro Estadual, a liberação de parcelas subsequentes, tudo conforme previsto nos respectivos planos de trabalho".

Leia a nota na íntegra

"Sobre o Programa Goiás Na Frente, apresentamos os seguintes esclarecimentos para a imprensa e para a sociedade goiana:

01) O maior programa regional de investimentos foi criado em março de 2017 e tinha como meta volume global de R$ 6 bilhões em investimentos públicos do Estado em diversos projetos e obras em infraestrutura rodoviária, habitação, educação (inauguramos dezenas de novos colégios estaduais padrão século XXI e repassamos recursos para a reforma de 450 unidades da rede estadual), saúde (construção e reforma de hospitais), segurança pública (construção de presídios e ampliação e reformas de delegacias e batalhões militares, aquisição de novas viaturas e equipamentos/armamentos, criação do Batalhão dos Terminais e do ProRural), etc.

Deste volume total do programa, R$ 500 milhões eram destinados para atender os convênios com os municípios goianos cuja fonte de financiamento jamais foi de recursos advindos da alienação da Celg e sim de recurso do tesouro do estado.

02) Trata-se de um programa criado a partir de uma visão municipalista de execução continuada, especialmente no que se refere aos convênios com os municípios goianos, observando a capacidade financeira do Estado. Foi justamente isso o que ocorreu até dezembro último.

03) Não há que se falar em dívida do Estado com o Goiás Na Frente, porque na sistemática do programa seguia, de forma resumida, as seguintes etapas: o governo firmava convênio com o município que tinha de apresentar os projetos, toda a documentação necessária (etapa realizada ao longo do ano de 2017 e início de 2018 em face inclusive de vedação temporal de formalização de convênios em período eleitoral). Ato seguinte o município realiza a licitação da obra, serviço ou aquisição; o governo repassava a primeira parcela de recursos, o município executava a obra/serviço em conformidade com o plano de trabalho estabelecido no convênio, prestava contas e, somente após aprovação do corpo técnico do governo, era autorizado o repasse da parcela subsequente.

04) Não é correto falar-se em obras paralisadas, pois, as regras dos convênios previam expressamente uma sistemática de liberação de parcelas, que seguidas pelos municípios, não permitiriam a execução de parcelas de obras sem a correspondente aprovação das prestações de contas das parcelas imediatamente posteriores e a partir daí, e de acordo com a disponibilidade financeira do Tesouro Estadual, a liberação de parcelas subsequentes, tudo conforme previsto nos respectivos planos de trabalho.

05) Os termos de convênio, firmados entre o Estado de Goiás e os Municípios, obedeceram integralmente a legislação vigente e em especial a transparência, posto que todos os ajustes podem ser conferidos no Portal da Transparência do Estado de Goiás.

06) Ao todo, até dezembro último, 224 municípios goianos assinaram 375 convênios, independentemente de filiação partidária, que correspondem a R$ 513,9 milhões em documentos assinados e a R$ 166,1 milhões em 903 parcelas pagas aos municípios, sempre de acordo com a execução do programa, medição técnica dos serviços pelos municípios (prestação de contas) e disponibilidade de caixa no Tesouro Estadual para a liberação de parcelas subsequentes.

07) Portanto, cabe ao atual governo tomar a decisão política de dar ou não continuidade ao programa conforme suas prioridades.


Marconi Ferreira Perillo Júnior
José Eliton de Figueredo Júnior 
Ex-governadores do Estado de Goiás".
Em nota conjunta Marconi Perillo e José Eliton reagem a declarações do atual governo sobre obras do Goiás Na Frente

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