Comparsas do miliciano Adriano da Nóbrega recorreram a Jair Bolsonaro, diz The Intercept

Ligações perigosas apontam para relações estreitas entre comparsas do miliciano Adriano da Nóbrega e o Presidente da República, a matéria intitulada o "O cara da casa de vidro" traz dados que levantam suspeitas sobre Jair Bolsonaro.   O Intercept já havia reportado sobre as escutas em fevereiro, quando mostramos como Adriano dizia que “se fodia” por ser amigo do presidente da República, e em março, quando detalhamos a briga pelo espólio deixado pelo ex-caveira. As referências a “Jair” e “cara da casa de vidro” constam em novos documentos recebidos pela reportagem, que, em conjunto com as escutas anteriores, permitem entender a amplitude das relações do miliciano e da rede que lhe deu apoio no período em que passou foragido. Adriano da Nóbrega fugia da justiça desde janeiro de 2019, quando o Ministério Público do Rio pediu a sua prisão, acusando-o de chefiar a milícia Escritório do Crime, especializada em assassinatos por encomenda. Ex-integrante da elite do batalhão de elite

Reinaldo

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A entrevista estava prevista para 13h (horário de Brasília), mas ninguém apareceu. Cerca de meia hora depois, a sala foi esvaziada sem maiores explicações. Segundo a Folha, o assessor da Presidência Tiago Pereira Gonçalves disse que o cancelamento foi causado pela "abordagem antiprofissional" da imprensa.
Outra assessora, no entanto, desmentiu a informação e disse que a decisão foi tomada porque o presidente está cansado por causa da agenda no fórum. O jornal diz que repórteres estrangeiros ficaram "estupefatos" com o cancelamento da coletiva. Jornalistas têm insistido para Bolsonaro se pronunciar sobre as movimentações financeiras de seu filho mais velho, o senador eleito Flávio.
Durante a manhã, em entrevista à Bloomberg, o presidente afirmou que Flávio "vai pagar" caso fique comprovado que tenha cometido alguma irregularidade.
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