O senador Romário é suspeito de ocultar patrimônio e usar laranjas para escapar das dívidas milionárias

O pagamento de pensões era um grande problema para o senador em seus tempos de fama como jogador, mas hoje em dia isso não deveria ser algo que o incomodasse, pois os filhos estão todos criados e talvez uma ou duas filhas ainda dependam do pai.
O ídolo dos gramados sempre teve sucesso, fez fama e dinheiro. Com o fim da carreira, Romário entrou para política, primeiro se elegeu deputado federal e depois conquistou uma cadeira no Senado da República. A política no Brasil é cercada de desconfianças e os políticos quase na sua totalidade são suspeitos de um tudo.



Leia abaixo a matéria de O Globo e entenda o imbróglio:

Do Jornal O Globo

Marco Grillo e Thiago Prado



Acusado em processos judiciais de transferir bens a terceiros para não pagar dívidas com credores, o senador Romário (Pode-RJ) passou a colocar o próprio advogado como dono de parte do seu patrimônio. Luiz Sérgio de Vasconcelos Júnior, que entre 2017 e 2019 foi funcionário comissionado no Senado, foi autorizado, por meio de documentos…

Sob Temer pobreza aumenta e atinge 54,8 milhões de pessoas em 2017, aponta IBGE

Em 1 ano, aumenta em quase 2 milhões número de brasileiros em situação de pobreza, diz IBGE; número passou de 52,8 milhões em 2016 para 54,8 milhões em 2017. No Brasil, 10% mais ricos ganham cerca de 17,6 vezes mais que os 40% mais pobres.
A proporção de pessoas pobres no Brasil subiu de 25,7% da população em 2016 para 26,5%, em 2017. 2 milhões de pessoas a mais na pobreza. Extrema pobreza era de 6,6% em 2016 e subiu para 7,4% em 2017. 1,7 milhões de pessoas a mais na Extrema pobreza. 55 milhões de brasileiros estão abaixo da linha de pobreza. O Nordeste tem 44,8% do total e o Sul, 12,8%. 
A concentração de renda mata! Ricos mais ricos e pobres mais pobres. Isso é justiça? Não, isso é egoismo, opressão, ofensa. 
Não é um fenômeno natural, é uma estratégia econômica e política. Dados do IBGE apontam que mais 2 milhões de pessoas passaram a viver abaixo da linha da pobreza no Brasil entre 2016 e 2017, ou seja, com cerca de R$ 400 por mês.
O resultado apontado pelo IBGE já era anunciado há tempos, esses mais de 2 milhões de brasileiros na extrema pobreza são fruto da reforma trabalhista e do trabalho informal. Concentração de renda se agrava em governos neoliberais. Extrema pobreza chega a 15,2 milhões de pessoas em 2017. Segundo o IBGE, o crescimento do percentual nessa faixa subiu em todo o país, com exceção da Região Norte onde ficou estável.
O Golpe Jurídico/midiático/parlamentar que derrubou Dilma, aumentou absurdamente os índices de pobreza absoluta no Brasil. Informalidade cresce e atinge 37,3 milhões de trabalhadores [40,8% de toda a população ocupada, que exerce alguma atividade remunerada no país] em 2017. 
46,9% da população preta ou parda está na informalidade. Informal recebe menos da metade do salário. No intervalo de um ano, o país teve um aumento significativo do percentual de domicílios com pessoas vivendo em condições de pobreza extrema. 
Precisamos garantir renda e oportunidades para o nosso povo, para o bem da economia brasileira. Quando foi aprovada a PEC 55, que congelava os investimentos públicos no País, alertamos que ela traria recessão, desemprego e retrocessos enormes nas políticas sociais. O desemprego em nosso país hoje atinge 12,3 milhões de brasileiros. Segundo o IBGE, 11,6 milhões de pessoas hoje trabalham na informalidade, e 23,6 milhões de pessoas hoje trabalham por conta própria. Mais 4,7 milhões de pessoas não trabalham e desistiram de procurar emprego.

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