Comparsas do miliciano Adriano da Nóbrega recorreram a Jair Bolsonaro, diz The Intercept

Ligações perigosas apontam para relações estreitas entre comparsas do miliciano Adriano da Nóbrega e o Presidente da República, a matéria intitulada o "O cara da casa de vidro" traz dados que levantam suspeitas sobre Jair Bolsonaro.   O Intercept já havia reportado sobre as escutas em fevereiro, quando mostramos como Adriano dizia que “se fodia” por ser amigo do presidente da República, e em março, quando detalhamos a briga pelo espólio deixado pelo ex-caveira. As referências a “Jair” e “cara da casa de vidro” constam em novos documentos recebidos pela reportagem, que, em conjunto com as escutas anteriores, permitem entender a amplitude das relações do miliciano e da rede que lhe deu apoio no período em que passou foragido. Adriano da Nóbrega fugia da justiça desde janeiro de 2019, quando o Ministério Público do Rio pediu a sua prisão, acusando-o de chefiar a milícia Escritório do Crime, especializada em assassinatos por encomenda. Ex-integrante da elite do batalhão de elite

Reinaldo

Campinas chora por tragédia! É inevitável relacionar este episódio à campanha eleitoral, ao discurso de violência e ao gestual da arminha

Euler Fernando Grandolpho, de 49 anos, morava em Valinhos e não tinha nenhum antecedente criminal, de acordo com pesquisa feita pelos policiais a partir dos documentos. 
Ainda não vi ninguém fazer isso, mas já me adianto, só um canalha usaria a tragédia de Campinas politicamente, seja pra validar uma narrativa ou atacar uma pessoa. Isso vale pra todos os lados. 
Não é bem assim, Campinas é cheia de problemas sociais, é literalmente H A R D as quebradas da cidade, com traficantes nas esquinas, transtornados mentais soltos nas ruas colocando fogo nas casas, e por aí vai. É cômodo jogar pra uma ideologia uma realidade que nem se conhece. 
Bispos do Regional Sul 1 da CNBB emitem nota de solidariedade por ocasião do atentado na Catedral de Campinas. O Cardeal Dom Odilo Scherer telefonou ao administrador da Catedral de Campinas manifestando união solidária à dor da Arquidiocese.
Muito triste a notícia. Cinco pessoas mortas a tiros após uma missa, na Catedral Metropolitana. Um espaço de fé, paz e reflexão foi tomado pelo ódio, pela dor e pelo desespero. Meus sentimentos aos familiares das vítimas. 

Comentários

Questão