Comparsas do miliciano Adriano da Nóbrega recorreram a Jair Bolsonaro, diz The Intercept

Ligações perigosas apontam para relações estreitas entre comparsas do miliciano Adriano da Nóbrega e o Presidente da República, a matéria intitulada o "O cara da casa de vidro" traz dados que levantam suspeitas sobre Jair Bolsonaro.   O Intercept já havia reportado sobre as escutas em fevereiro, quando mostramos como Adriano dizia que “se fodia” por ser amigo do presidente da República, e em março, quando detalhamos a briga pelo espólio deixado pelo ex-caveira. As referências a “Jair” e “cara da casa de vidro” constam em novos documentos recebidos pela reportagem, que, em conjunto com as escutas anteriores, permitem entender a amplitude das relações do miliciano e da rede que lhe deu apoio no período em que passou foragido. Adriano da Nóbrega fugia da justiça desde janeiro de 2019, quando o Ministério Público do Rio pediu a sua prisão, acusando-o de chefiar a milícia Escritório do Crime, especializada em assassinatos por encomenda. Ex-integrante da elite do batalhão de elite

Reinaldo

Toninho Santos 23 730 Vereador por Goiânia

Conheça as propostas de Toninho Santos
Fiscalizar o planejamento urbano da cidade em relação aos novos empreendimentos para reduzir os impactos na infra-estrutura, como o trânsito, bem com proteger o meio ambiente.
Cobrar melhor qualidade, conforto e eficiência do transporte público, propondo na Câmara Municipal a revisão dos contratos e exigir o cumprimento das melhorias estabelecidas.
Atuar por um melhor atendimento na Unidades Básicas de Saúde, que devem redobrar a prevenção e a atenção à saúde de forma integral e melhorar o atendimento aos idosos.
Apoiar juventude, que necessita de mais atividades culturais e esportivas, educacionais como forma de prevenção contra o uso drogas lícitas e ilicitas.
Atuar com humanismo e dedicação em ações sociais para auxiliar e recuperar os usuários de drogas.
Atuar pela valorização dos professores e profissionais de educação.
Propor maior integração das forças de segurança do munícipio (GM) e do Estado (PM e Polícia Cívil) para que atuem integradas no policiamento comunitário para garantir segurança ao cidadão.
Encorajar a implantação do orçamento participativo, onde as pessoas decidem diretamente onde e como serão investidos os recursos. Apresentar projeto que garanta aos Conselhos Municipais recursos do orçamento e mais autonomia.

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