Prefeitura de Sorocaba indica "tratamento precoce", que infectologistas dizem ser ineficaz

O prefeito de Sorocaba ordenou a compra de R$ 57 mil em medicamentos que, segundo médicos infectologistas, não possuem eficácia contra a Covid-19. Esses medicamentos serão distribuídos nas UBS da cidade, informou o governo municipal. O prefeito Rodrigo Manga (Republicanos) usou uma portaria do Ministério da Saúde para justificar a compra.  A Sociedade Brasileira de Infectologia se pronunciou contra a recomendação de remédios para tratamento precoce pela ineficácia desses medicamentos e pela possibilidade de causarem efeitos colaterais.   Prefeitura de Sorocaba indica "tratamento precoce", que infectologistas dizem ser ineficaz / Twitter

Reinaldo

tvfolha ao vivo: Thiago Fragoso atribui rejeição de personagens gays a 'momento do país'

O momento em que o país vive interfere na aceitação de personagens gays em uma novela. A opinião é do ator Thiago Fragoso, que participou da programação ao vivo da "TV Folha" nesta sexta-feira (5).

O ator refere-se ao seu papel gay em "Amor à Vida", novela global escrita por Walcyr Carrasco, exibida entre 2013 e 2014, que ganhou uma indicação no prêmio GLAAD (Gay & Lesbian Alliance Against Defamation - em português, Aliança dos Gays e Lésbicas contra a Difamação) Media Awards.

Na trama, Fragoso encarnou Niko e fazia par com Félix (Mateus Solano).

"Cultura é uma coisa tão delicada. Tem muita coisa associada ao momento político do país e a uma manipulação perniciosa de mídias sociais, por parte de elementos, que são lideranças políticas e religiosas, de maneira que não são legais."

A aceitação do público em relação ao primeiro beijo gay, veiculado em 2014 no final da novela "Amor à Vida", da Globo, foi um fenômeno daquela época.

TEATRO

Fragoso está em cartaz em São Paulo com a peça "As Benevolentes - Uma Anatomia do Mal". Ele interpreta o oficial nazista Maximilien Aue. Responsável por uma série de torturas e assassinatos durante o Holocausto, o personagem não demonstra qualquer arrependimento por seus atos. O monólogo tem direção de Ulysses Cruz.

A mesa foi comandada pelos repórteres Rafael Balago e Mariana Agunzi, ambos do "Guia Folha".


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