O ator e humorista Batoré morre em São Paulo

O ator e humorista Ivanildo Gomes Nogueira, de 61 anos, conhecido como Batoré, morreu nesta segunda-feira (10), em São Paulo. Ele estava com câncer. Batoré morreu na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Pirituba, Zona Norte da capital. "As informações médicas foram repassadas à família e a Secretaria Municipal de Saúde lamenta o ocorrido", diz nota da Prefeitura. Ivanildo nasceu em Serra Talhada, em Pernambuco, e se mudou para São Paulo ainda criança. Antes de se tornar ator, jogou futebol nas categorias de base em times paulistas. Com seu principal personagem, Batoré, Ivanildo integrou o elenco do programa " A Praça é Nossa ", do SBT. Em 2016, foi contratado pela Rede Globo para a novela "Velho Chico" em que fez o papel do delegado Queiroz. Batoré também foi vereador de Mauá, na Grande São Paulo, por dois mandatos pelo PP. Fonte: Batoré, ator e humorista, morre em SP | São Paulo | G1

Reinaldo

tvfolha ao vivo: Thiago Fragoso atribui rejeição de personagens gays a 'momento do país'

O momento em que o país vive interfere na aceitação de personagens gays em uma novela. A opinião é do ator Thiago Fragoso, que participou da programação ao vivo da "TV Folha" nesta sexta-feira (5).

O ator refere-se ao seu papel gay em "Amor à Vida", novela global escrita por Walcyr Carrasco, exibida entre 2013 e 2014, que ganhou uma indicação no prêmio GLAAD (Gay & Lesbian Alliance Against Defamation - em português, Aliança dos Gays e Lésbicas contra a Difamação) Media Awards.

Na trama, Fragoso encarnou Niko e fazia par com Félix (Mateus Solano).

"Cultura é uma coisa tão delicada. Tem muita coisa associada ao momento político do país e a uma manipulação perniciosa de mídias sociais, por parte de elementos, que são lideranças políticas e religiosas, de maneira que não são legais."

A aceitação do público em relação ao primeiro beijo gay, veiculado em 2014 no final da novela "Amor à Vida", da Globo, foi um fenômeno daquela época.

TEATRO

Fragoso está em cartaz em São Paulo com a peça "As Benevolentes - Uma Anatomia do Mal". Ele interpreta o oficial nazista Maximilien Aue. Responsável por uma série de torturas e assassinatos durante o Holocausto, o personagem não demonstra qualquer arrependimento por seus atos. O monólogo tem direção de Ulysses Cruz.

A mesa foi comandada pelos repórteres Rafael Balago e Mariana Agunzi, ambos do "Guia Folha".


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