Karol Conká pode perder até R$ 5 milhões com suas atitudes no BBB 21

De favorita ao prêmio de R$ 1,5 milhão do BBB 21 ( Big Brother Brasil ), a rapper Karol Conká acumula cancelamentos e pode ter prejuízo de até R$ 5 milhões, considerando perdas com publicidade no Instagram, shows e programas de TV. Os cálculos são da Brunch, agência especializada em influência digital. A agência levou em consideração três aspectos para chegar ao preço de uma publicidade nas redes sociais do criador: custos de produção, uso de imagem e distribuição. No caso da Karol, um post em foto no feed custa R$ 24 mil e ela faz em média dois por mês, o que totaliza R$ 48 mil. Cada show da artista sai por R$ 150 mil. Se ela fizer  quatro shows mensais são mais R$ 600 mil. Juntando redes sociais e shows, os ganhos dela chegam a R$ 648 mil por mês. A cantora tem ainda pelo menos um contrato publicitário de R$ 1 milhão. Além disso, entraria no ar o programa Prazer Feminino, na GNT, em que Karol apresentaria com a ex-BBB Marcela McGown. A Brunch considera que o programa lhe renderia alg

Reinaldo

Graças a Goiás, MT pega carona nos carros da Delta @Assuntosdegoias @Reinaldo_Cruz @BrasliaDF @cnn_br

Graças a um artifício de Goiás, Mato Grosso e outros Estados acertaram contratos de aluguel de carros com a empreiteira, sem licitação

Uma das linhas de investigação para a CPI do Cachoeira é desvendar como a turma do bicheiro ajudou a construtora Delta a obter contratos milionários de aluguel de carros para as polícias militares de Goiás, Mato Grosso, Pará e Amazonas.
Para driblar a exigência legal de licitação, os governos estaduais aderiram a uma Ata de Registro de Preços da Secretaria da Fazenda de Goiás, obtida pela Delta em 2009. Nem a Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, que revelou a parceria oculta entre Cachoeira e a Delta, pôs fim à farra. Em 9 de abril, quando Cachoeira já estava preso, o governador do Pará, Simão Jatene (PSDB), reajustou em R$ 3,5 milhões o contrato de R$ 21 milhões.
O Ministério Público abriu uma investigação para apurar a legalidade do contrato e se os preços cobrados estão corretos.
Três dias depois de a Delta ter sido beneficiada no Pará, outro governo tucano, o de Marconi Perillo em Goiás, também elevou o contrato entre a Delta e a polícia local. O pagamento anual, de R$ 37,5 milhões, passou para R$ 49 milhões. O contrato não só ficou mais caro, como foi prorrogado por mais um ano.
O aval à legalidade do reajuste foi dado pelo então procurador-geral do Estado, Ronald Bicca, afastado depois de ser citado em conversas gravadas entre Cachoeira e o senador Demóstenes Torres. O caso é investigado pelo Ministério Público. Perillo pediu auditoria sobre a contratação da Delta.
No Amazonas, a Delta liderou um consórcio que obteve com o governo Omar Aziz (PSD) quatro contratos de aluguel de carros. Dois deles, totalizando R$ 24 milhões, se utilizaram do precedente de Goiás. Em Mato Grosso, são três os contratos com a Delta para locação de carros, somando cerca de R$ 20 milhões.
A assessoria do governador Silval Barbosa (PMDB) diz que seu governo aderiu à ata goiana, em vez de fazer uma licitação, por ser mais barato. Os contratos de Amazonas e Mato Grosso estão sendo investigados pelo Ministério Público.



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