Comparsas do miliciano Adriano da Nóbrega recorreram a Jair Bolsonaro, diz The Intercept

Ligações perigosas apontam para relações estreitas entre comparsas do miliciano Adriano da Nóbrega e o Presidente da República, a matéria intitulada o "O cara da casa de vidro" traz dados que levantam suspeitas sobre Jair Bolsonaro.   O Intercept já havia reportado sobre as escutas em fevereiro, quando mostramos como Adriano dizia que “se fodia” por ser amigo do presidente da República, e em março, quando detalhamos a briga pelo espólio deixado pelo ex-caveira. As referências a “Jair” e “cara da casa de vidro” constam em novos documentos recebidos pela reportagem, que, em conjunto com as escutas anteriores, permitem entender a amplitude das relações do miliciano e da rede que lhe deu apoio no período em que passou foragido. Adriano da Nóbrega fugia da justiça desde janeiro de 2019, quando o Ministério Público do Rio pediu a sua prisão, acusando-o de chefiar a milícia Escritório do Crime, especializada em assassinatos por encomenda. Ex-integrante da elite do batalhão de elite

Reinaldo

Final da Champions não empolga nem em 3D @Reinaldo_Cruz @Goias_ec @QBTV2 @Dribles_ @Assuntosdegoias @QB_7

Davi Luiz e Didier Drogbar estrelas do Chelsea FC
A frustração pela eliminação na semifinal do time da moda, Barcelona, e do maior rival, o Real Madrid, ainda permanecia.
"Era a final que todo mundo queria ver, mas, como gosto de futebol, vim ver Bayern e Chelsea", disse Ricardo Tavares, 28, em um shopping de São Paulo, ao justificar a ida a um dos 32 cinemas do país que exibiram a final da Copa dos Campeões em 3D.
Mas, nem com alta tecnologia, o jogo empolgou. Foi necessária a disputa dos pênaltis para que o público vibrasse de fato. Com silêncio quase total, era possível ouvir mandíbulas triturando pipoca. Quando o gol de Muller saiu, poucos vibraram.
O público festejou quando Drogba empatou a 2min do fim. E quando Cech defendeu a cobrança de Robben, na prorrogação, o cinema começou a se parecer com a arquibancada.
O ápice veio com os pênaltis. Quando Drogba se posicionou para bater, palmas de incentivo para o atacante. Com a bola na rede, o público explodiu. Mas quase ninguém ficou para ver o time erguer a taça.

Fonte: Folha de S. Paulo

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