Karol Conká pode perder até R$ 5 milhões com suas atitudes no BBB 21

De favorita ao prêmio de R$ 1,5 milhão do BBB 21 ( Big Brother Brasil ), a rapper Karol Conká acumula cancelamentos e pode ter prejuízo de até R$ 5 milhões, considerando perdas com publicidade no Instagram, shows e programas de TV. Os cálculos são da Brunch, agência especializada em influência digital. A agência levou em consideração três aspectos para chegar ao preço de uma publicidade nas redes sociais do criador: custos de produção, uso de imagem e distribuição. No caso da Karol, um post em foto no feed custa R$ 24 mil e ela faz em média dois por mês, o que totaliza R$ 48 mil. Cada show da artista sai por R$ 150 mil. Se ela fizer  quatro shows mensais são mais R$ 600 mil. Juntando redes sociais e shows, os ganhos dela chegam a R$ 648 mil por mês. A cantora tem ainda pelo menos um contrato publicitário de R$ 1 milhão. Além disso, entraria no ar o programa Prazer Feminino, na GNT, em que Karol apresentaria com a ex-BBB Marcela McGown. A Brunch considera que o programa lhe renderia alg

Reinaldo

Dólar em alta valoriza 5,79% no mês @Reinaldo_Cruz @10Ronaldinho_ @Flamengo_R10_ @SC_Corinthian_s @QB_7

O dólar voltou a avançar ante o real nesta quinta-feira (31), após cair durante os primeiros negócios da sessão, e terminou o último dia do mês com alta de 0,1%, acima do patamar de R$ 2, acompanhando principalmente o cenário externo
A moeda norte-americana encerrou o pregão cotada a R$ 2,0175, depois de cair a R$ 2,0031 na mínima da sessão. Na quarta-feira, o dólar tinha fechado a R$ 2,0155, em alta de 1,46%, voltando a superar a barreira dos R$ 2.
O dólar encerrou maio acumulando valorização de 5,79% no mês. Trata-se do terceiro mês seguido de alta do dólar frente ao real. No ano, a alta é de 7,97%.
A escalada do dólar continuou em maio mesmo com uma ação mais contundente do Banco Central, por meio de leilões de swap cambial tradicional -que equivalem a venda de dólares no mercado futuro. O BC, entretanto, não intervém no mercado há três sessões consecutivas.
"Como os dados dos Estados Unidos vieram ruins, isso ajudou a puxar o dólar para cima, mas há também as commodities que estão em baixa ... e isso também puxa uma alta na cotação", avaliou o operador de câmbio da Interbolsa do Brasil Ovidio Soares.
O Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos cresceu a uma taxa anual de 1,9%, informou o Departamento do Comércio nesta quinta-feira, em sua segunda estimativa, ante primeira leitura no mês passado de 2,2%.
A queda nos preços das commodities ajudava a puxar a alta do dólar no mercado de câmbio brasileiro, depois que a Índia reportou forte desaceleração do seu crescimento no primeiro trimestre do ano.
Para o gerente de câmbio da Treviso Corretora, Reginaldo Galhardo, o dólar passou a subir refletindo os dados nos Estados Unidos, mas ele acredita que os investidores estão usando o movimento para observar o comportamento do Banco Central no mercado de câmbio.


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