Estados articulam ofensiva para barrar proposta de parcelamento de precatórios

A perda de prestígio e credibilidade do governo leva o ministério da economia a tentar manobra para não repassar de uma vez os precatórios aos estados, e assim evitar que opositores tenham acesso a verba às vésperas do ano eleitoral. Jair Bolsonaro segue sua ofensiva contra a Democracia, instituições e o sistema de votação, ao tempo em que tenta asfixiar financeiramente possíveis adversários no pleito de 2022. A matéria do Estadão retrata este cenário: Os Estados se mobilizam numa ofensiva no Congresso para evitar o parcelamento dos precatórios devidos pela União, medida defendida pela equipe econômica para garantir a ampliação do programa Bolsa Família no ano que vem. Dos R$ 89 bilhões em dívidas judiciais previstos para o Orçamento de 2022, pelo menos R$ 16,6 bilhões têm governos estaduais como credores. Para os Estados, a PEC dos precatórios e o projeto que altera o Imposto de Renda são duas frentes lançadas pelo governo federal que fragilizam as contas dos governos regionais, com p

Reinaldo

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A equipe venceu, mas não convenceu. E isso é fato E apesar da goleada, o técnico Vanderlei Luxemburgo disse que o bom rendimento na partida contra o Atlético-MG foi fruto da calma estabelecida dentro do grupo. "Não é uma vitória para mostrar nada para ninguém. É uma vitória de quem estava jogando bem e que sabia o que estava fazendo. Tem muita coisa que fica na parte externa. Na parte interna, tem muita coisa acontecendo com calma", afirmou o treinador após a partida. "A função dos críticos é diferente da nossa. Vocês criticam e a gente mantém a calma para analisar e tomar decisões", completou. Sobre as cobranças em cima de Ronaldinho e o bom rendimento dele em campo contra o Atlético-MG, Luxemburgo afirmou que o próprio jogador é quem buscou recuperar o equilíbrio.

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