Estados articulam ofensiva para barrar proposta de parcelamento de precatórios

A perda de prestígio e credibilidade do governo leva o ministério da economia a tentar manobra para não repassar de uma vez os precatórios aos estados, e assim evitar que opositores tenham acesso a verba às vésperas do ano eleitoral. Jair Bolsonaro segue sua ofensiva contra a Democracia, instituições e o sistema de votação, ao tempo em que tenta asfixiar financeiramente possíveis adversários no pleito de 2022. A matéria do Estadão retrata este cenário: Os Estados se mobilizam numa ofensiva no Congresso para evitar o parcelamento dos precatórios devidos pela União, medida defendida pela equipe econômica para garantir a ampliação do programa Bolsa Família no ano que vem. Dos R$ 89 bilhões em dívidas judiciais previstos para o Orçamento de 2022, pelo menos R$ 16,6 bilhões têm governos estaduais como credores. Para os Estados, a PEC dos precatórios e o projeto que altera o Imposto de Renda são duas frentes lançadas pelo governo federal que fragilizam as contas dos governos regionais, com p

Reinaldo

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Mas nenhum deles fez o time jogar bem. Tudo neta queda nos rete a trajetória esmeraldina que caminha a passos largos para a terceira divisão do brasileiro. Desde que ganhou seu último título nacional, em 2008, o River entrou num caminho sem volta rumo ao rebaixamento. Vendeu seus principais atletas (ainda que alguns continuassem no clube), endividou-se e contratou mal. As dívidas do clube somam R$ 35 milhões. Pouco se comparado ao futebol brasileiro (o Flamengo deve dez vezes mais), mas um valor quase impagável para padrões argentinos. Jovens talentos, como o meia Erik Lamela, 19, e o atacante Funes Mori, 20, estão nas mãos, respectivamente, dos agentes Pini Zahavi e Kia Joorabchian. O último presidente do River, José Maria Aguilar, e o atual, Daniel Passarella, trocaram acusações nos últimos dias. Mídia e torcida dividem igualmente a culpa entre os dois. O time teve cinco técnicos nos últimos três anos: Diego Simeone, Nestor Gorosito, Leonardo Astrada, Angel Cappa e Juan José Lopez, o atual. À exceção de Cappa, ex-jogadores com títulos pelo clube. Mas nenhum deles fez o time jogar bem. Tudo neta queda nos rete a trajetória esmeraldina que caminha a passos largos para a terceira divisão do brasileiro.

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