O ator e humorista Batoré morre em São Paulo

O ator e humorista Ivanildo Gomes Nogueira, de 61 anos, conhecido como Batoré, morreu nesta segunda-feira (10), em São Paulo. Ele estava com câncer. Batoré morreu na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Pirituba, Zona Norte da capital. "As informações médicas foram repassadas à família e a Secretaria Municipal de Saúde lamenta o ocorrido", diz nota da Prefeitura. Ivanildo nasceu em Serra Talhada, em Pernambuco, e se mudou para São Paulo ainda criança. Antes de se tornar ator, jogou futebol nas categorias de base em times paulistas. Com seu principal personagem, Batoré, Ivanildo integrou o elenco do programa " A Praça é Nossa ", do SBT. Em 2016, foi contratado pela Rede Globo para a novela "Velho Chico" em que fez o papel do delegado Queiroz. Batoré também foi vereador de Mauá, na Grande São Paulo, por dois mandatos pelo PP. Fonte: Batoré, ator e humorista, morre em SP | São Paulo | G1

Reinaldo

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A Segunda Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJ-DF) negou por unanimidade (três votos a zero) a libertação do bicheiro Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, preso em fevereiro pela Polícia Federale apontado como chefe de uma quadrilha que explorava o jogo ilegal em Goiás.
O pedido de soltura julgado nesta quinta pelo TJ-DF se refere à Operação Saint-Michel, da Polícia Civil do Distrito Federal, realizada em abril e que apurou a tentativa de fraude em licitação no sistema de bilhetagem do transporte público.
Cachoeira foi denunciado em maio pelo Ministério Público do DF por formação de quadrilha e tráfico de influência.
O relator José Carlos Souza e Ávila votou para que Cachoeira continue preso. Para ele, "a influência do grupo denunciado impressiona."
"São fatos complexos pelo enorme envolvimento de agentes públicos de diversas cidades. [...] Pede-se a cautela do Poder Judiciário a fim de evitar que a soltura precipitada prejudique o processo", disse Ávila.
O relator afirmou que, com a soltura, haveria "sério risco de os ilícitos serem retomados".
Após o desembargador Roberval Belinati afirmar que acompanharia o voto do relator, a mulher de Cachoeira, Andressa Mendonça, deixou a sessão da Segunda Turma Criminal do TJ-DF.


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