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quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Onde estão os indignados com a corrupção? A roubalheira acabou ou somos só hipócritas mesmo?



O Brasil esta literalmente nas mãos de corruptos que tramam contra o povo a cada passo que dão nos Três Poderes da República, podres poderes que não tem mais como finalidade representar a sociedade e buscar leis e soluções que atendam as demandas dos cidadãos, proporcionando o seu bem estar.

Após os estragos feitos pelas revelações de corrupção país à fora, a mais alta casta da classe política resolveu fazer leis em que o povo banca com seu suor a farra eleitoral de uns poucos dentro de uma modalidade em que os atuais eleitos (a maioria corruptos) sejam beneficiados para continuar no poder, talvez para sempre.

A compra de votos sempre foi uma prática corriqueira no sistema político brasileiro, a justiça eleitoral finge que não vê, os políticos fingem que não compram e o eleitor faz cara de paisagem ao perceber que é o principal responsável por ter colocado o Brasil dentro do lamaçal de corrupção em que o país se encontra.

É o retrocesso batendo a nossa porta através de mais um golpe aplicado contra a Democracia e o cidadão de bem. Seria a volta das oligarquias e tudo bancado com dinheiro dos impostos dos brasileiros que nunca enxergam o que é feito de útil para a população em termos de retorno.
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Raquel Dodge foi a escolhida de Michel Temer para liderar o MPF, justamente por ser de uma linha contrária a de Rodrigo Janot, essa escolha sempre foi vista com certa desconfiança de que ela pode ser a mais nova engavetadora geral da república ao invés de dar prosseguimento ao combate a corrupção. 

Ao visitar o Presidente suspeito altas horas e fora da agenda, a Nova Procuradora Geral pode ter caído numa armadilha ou ela poderia estar ciente do que estava ocorrendo, reforçando assim todas as desconfianças que a nação tem sobre ela. 

Foi no Palácio do Jaburu às 22h. Sem registro em agenda. Nada demais se fosse apenas um encontro de última hora. Mas o presidente foi acusado pelo atual chefe do MPF de se encontrar sem registro, tarde da noite, para tratar com dono da JBS da história sobre a qual já se sabe o desfecho. A Sra Dodge alegou que estavam tratando da posse dela, reforçando ainda mais a tese de que o assunto não era mesmo esse.

Logo imaginamos que a defesa vai usufruir dos dados deste episódio em proveito de tentar desqualificar a acusação contra o Presidente suspeito, alegando que visita à noite no Jaburu é algo corriqueiro e banal, pois até a futura chefe do MPF lá esteve nas mesmas condições. 

Raquel Dodge não tem como impedir que o advogado de Temer use isso para se safar, mesmo que soubesse onde estava se metendo, o que de cara nos remete a conclusão de que ela, ou colegas dela, perderam a condição de sustentar a acusação feita por Janot.

Há pouco mais de um mês Raquel Dodge será a responsável por acusar de crime todos os suspeitos que habitam o governo de Michel Temer, incluindo o próprio Presidente suspeito.

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