Questão Brasil edição nº. 87

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domingo, 28 de maio de 2017

Sem aceitar derrota de 2014, Aécio Neves que quase foi presidente, acabou senador afastado – Conversando com Minha Consciência

Com a câmera ligada qualquer político do DEM ou do PSDB vai enfatizar que a crise grave e que Michel Temer tem que renunciar. Longe dos holofotes as cúpulas dos partidos resolveram dar mais um prazo para Michel Temer e agora aguardam o julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o pedido de suspensão do inquérito contra o presidente, na quarta-feira, para decidir se mantêm ou retiram definitivamente o apoio ao governo.


Nos bastidores, os dois partidos já avaliam uma saída alternativa para a crise política, com a construção de um nome de consenso para substituir Temer, caso a situação fique insustentável e haja eleição indireta. Especulações davam conta na tarde de sábado que Henrique Meirelles seria esse nome de consenso que manteria a mesma linha do atual governo para aprovar as reformas que retiram direitos dos brasileiros e estão em tramitação no Congresso Nacional.


O PT de Dilma e Lula que foi apeado do poder em 2016, assiste a tudo com muita expectativa, pois mais uma vez, os delatores citaram os ex-presidentes, mas até o presente momento nenhuma prova que tenha sido apresentada à justiça veio ao conhecimento público. Situação bem diferente da vivida por Aécio Neves, já que as provas apresentadas contra ele são robustas e contundentes para que seus pares no Senado da República tomem providências que leve a perda do mandato e ao fim da carreira política. 
Leia também... PSDB e DEM dão fôlego a Temer até a decisão do STF



Aécio Neves vai de quase presidente a senador afastado e vive inferno - 21/05/2017 - Poder - Folha de S.Paulo

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