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domingo, 28 de agosto de 2016

Janot ajudou os inimigos da Lava-Jato – Eleições 2016 | Politica



Operação depende mais da serenidade dos procuradores do que da conduta de seus adversários
O doutor Rodrigo Janot leu uma expressão —“estelionato delacional” — informando que o vazamento de uma informação banal e legalmente irrelevante envolvendo o ministro José Antonio Dias Toffoli e o empreiteiro Léo Pinheiro(OAS) não saiu da sua Procuradoria porque lá não entrou. 

Se lá não entrou, de lá não poderia ter saído, e, se não existe, o doutor não teria por que suspender as tratativas pela colaboração de Pinheiro. Se notícias desse tipo podem influenciar decisões do procurador-geral, generaliza-se uma carnavalização jurídica. 

 A ideia de que Léo Pinheiro queira contar o que sabe e que a Procuradoria não quer ouvi-lo serve apenas para propagar boatos e até mesmo infâmias. 

A PGR se recusaria a ouvir um grande empreiteiro, sem mostrar o que ele está escondendo. 

Pegaram 364 pessoas, quebraram 121 sigilos telefônicos (inclusive o de Léo Pinheiro), fecharam-se 41 acordos de colaboração e evitam-se as revelações, ainda que parciais, de um gato gordo da OAS

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