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domingo, 29 de novembro de 2015

MPF deve investigar à fundo a ligação do BTG Pactual ao esquema de corrupção na Petrobras

Anotação apreendida pela PF diz que banco pagou R$ 45 milhões ao deputado e a outros parlamentares do PMDB. Ele nega acusações.  


A operação Lava jato desbaratou uma verdadeira "quadrilha de empreiteiros " que vinham saqueando os cofres e o futuro deste país. 
Os trambiques feitos por alguns dos homens mais ricos do Brasil, as propinas distribuídas para todos os lados, muitas vezes chegaram a casa dos milhões para que os meliantes pudessem abocanhar quantias que chegavam aos bilhões, o futuro do país do futuro com certeza foi parar na conta de alguns destes figurões. 
Penso que a Lava jato ainda é um embrião do verdadeiro esquema de corrupção que assola este país, e não é de hoje, apesar dos números astronômicos revelados pela Justiça e Polícia Federal imagino que muitas outras falcatruas ainda podem ser reveladas, muitos magnatas ainda vão conhecer a carceragem da PF por dentro e ao que tudo indica o fio da meada acaba de ser descoberto pelos condutores da Operação Lava Jato. 
Elo este que pode atender à partir de agora pelo nome de André Esteves e o dito fio da meada o seu BTG pactual.

Não há como fazer um omelete sem quebrar alguns ovos, a disposição do Juiz Sérgio Moro em desbaratar o esquema é de impressionar, ele próprio acredita não ser apenas na Petrobras que os bandidos agem e entende que as organizações criminosas que dominam este país podem ter estendido seus tentáculos por outros meios e que envolve outros nomes não citados até agora e outras empresas fora do âmbito das empreiteiras. 
 Bancos? 
Sim bancos, podem ser um destes ovos que precisarão ser quebrados para que a Justiça sirva a sociedade um suculento omelete anti-corrupção. 
O elo entre todos os elementos, nomes e crimes que temos conhecimento na operação lava jato pode ser justamente o canal por onde todas estas cifras sujas precisam passar para serem lavadas e ganhar status de dinheiro limpo... Isso mesmo, as instituições financeiras. 
 Porque mesmo existindo leis que proporcionam a fiscalização do dinheiro que circula por ai, os bancos não detectaram e não informaram ao Banco Central as volumosas quantias reveladas pela a investigação da PF? 
A prisão de André Esteves do Banco BTG Pactual pode levar a Justiça a destrinchar uma artéria importantíssima da corrupção em curso, os negócios do bilionário está diretamente ligados aos maiores bancos do Brasil e algumas instituições financeiras pelo mundo. 
A prisão do dono BTG Pactual já colocou em cheque a conduta moral de pelo menos um político, o Senador Romário, que terá que se explicar novamente sobre a suposta conta que não era dele, mas que voltou a ser, após a prisão do dono do BTG Pactual. 
Outro que pode ter alguma ligação com o banqueiro preso, é Eduardo Cunha. 
Um documento manuscrito apreendido com o chefe de gabinete do Senador Delcídio do Amaral registra: “Em troca de uma emenda a medida provisória nº 608, o BTG Pactual, proprietário da massa falida do banco Bamerindus, o qual estava interessado em utilizar os créditos fiscais de tal massa, pagou ao deputado federal Eduardo Cunha a quantia de 45 milhões de reais.” Ainda conforme a anotação, "pelo BTG participaram da operação Carlos Fonseca, em conjunto com Milthon Lyra". "Esse valor também possuía como destinatário outros parlamentares do PMDB. Depois que tudo deu certo, Milton Lira fez um jantar para festejar. No encontro tínhamos as seguintes pessoas: Eduardo Cunha, Milton Lira, Ricardo Fonseca e André Esteves."

Procurado para comentar as acusações contidas em manuscrito apreendido da casa de Diogo Ferreira, chefe de gabinete do senador Delcídio Amaral (PT-MS), o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), reagiu com indignação. Disse que nunca viu o assessor na vida e que a história é absurda.

A MP 608, aprovada em 2013, permitiu ao Banco Central determinar a extinção de dívidas dos bancos. A intenção do governo, com a medida, era impedir que a deterioração iminente da situação econômica de algumas instituições financeiras atingisse um ponto de não viabilidade.

"André
Esteves está disposto ao que for necessário para evitar que o
complexo investigatório cognominado Operação Lava-Jato se mova na direção do Banco BTG Pactual"
, registra o procurador-geral, Rodrigo Janot na denúncia apresentada ao STF contra Delcídio do Amaral e os envolvidos no episódio.
 

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